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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Analise Games: HitMan Absolution


São cerca de 20 horas de jogo, mas esse tempo pode dobrar dependendo de como se leva a brincadeira. Ainda que o foco de HitMan seja passar despercebido pelos inimigos ate chegar ao seu alvo para mata-lo, há tantas variedades para cada situação no jogo que e possível passar varias horas sem matar ninguém. O agente 47 sempre foi um cara assustadoramente bom no que faz, mas volta mais cruel do que nunca, quando e capturado por inimigos, sempre surge à oportunidade de revidar e ai, se for à decisão do jogador, liberar seu lado assassino e promover um banho de sangue, ou manter-se nas sombras. A maioria dos alvos esta escondida em áreas abertas, com toneladas de equipamentos que podem ser usados para facilitar os assassinatos. E agora além de se esconder o 47 pode se misturar com seus inimigos, basta pegar emprestado um uniforme e pronto, um disfarce instantâneo, claro que não demora muito para alguém perceber algo de errado e descobrir quem você realmente e. Isso não se torna um problema, pois um dos grandes lances de Absolution e não existir punição por jogar dessa ou daquela forma.
Jogadores mais empenhados e pacientes podem atravessar fases inteiras sem ser notado e fazer que cada morte pareça um acidente de trabalho.
-Muitas Melhorias-
Cada fase de HitMan e dividida em varias partes menores que podem ser jogadas individualmente, e mudança muito boa já que nos jogos anteriores era necessário recomeçar a missão quando alguma coisa dava errado, agora cada vez que o jogador avança por esses segmentos a pontuação e zerada, apagando os erros cometidos na parte anterior. Outro dos poucos pontos negativos do jogo e exigir planejamento das ações a todo momento, disparar uma arma para todo lado e divertido mas aqui não há resultado tão eficientes, não se engane por aquela pose de arma ambulante, pois o armamento do 47 costuma ser bem inferior ao dos inimigos que se encontra pelo caminho, por isso concentre-se mais em matar só quando necessário e manter-se longe de problemas ate atingir seu alvo.
Vou citar um exemplo: lá pelo meio do jogo o 47 tem de atravessar uma rua cheia de inimigos, mesmo com colete de balas e impossível uma abordagem direta, há atiradores de elite nos telhados, patrulhas na rua e ainda outros inimigos escondidos.
Absolution tem o modo especial Contracts em que o jogador pode planejar em detalhes os assassinatos que cometera e ainda competir com outras pessoas na Live, e possível escolher  qualquer personagem como alvo e criar critérios para que a missão seja bem sucedida. Mesmo nos cenários menores, cada contrato criado por um jogador vira um enigma diferente que precisa ser solucionado.
Enquanto o assassino mostrado nos jogos anteriores tinha apenas uma personalidade em Absolution o 47 pode ganhar varias características que o jogador quiser. Isso pode ser um incomodo para os fãs antigos, sempre avessos a essas “facilidades” e assistências na tela. Para resolver isso basta desligar  todos esses recursos no menu Opções e fim do problema.
Por fim, HitMan Absolution e um ótimo jogo que encerrou o ano de 2012 que foi um ano de grandes lançamentos.

Pontos Positivos:
ü O agente 47 nunca foi tão letal
ü Grande variedade de opções
ü As partes de ação são muito legais
ü Modo Contracts e foda

Pontos Negativos:
Ø Perde um pouco ritmo



sexta-feira, 17 de maio de 2013


Analise Games: Tekken Tag Tournament 2



Aparentemente a Namco sabe que forcou a barra lançando tantos jogos da serie Tekken em tão pouco tempo e para diferenciar TTT2 a solução foi transforma-lo numa experiência muito engraçada, tudo e hilário, os cenários são bizarros, a lista de personagens e insana – para cada judoca ou lutador de MMA há um urso gigante ou um dinossauro, mas isso não significa que o jogo seja somente palhaçada, o jogo e uma grande complicação dos últimos títulos da serie e traz algumas novidades, as lutas em dupla mudam a dinâmica do jogo, mas não tanto quanto em Marvel vs Capcom por exemplo. O maior diferencial e que quando um dos lutadores estiver perto da morte, você poderá ativar o modo Rage para aumentar a forca de seus ataques.
Fora do ringue TTT2 oferece ótimas opções on-line, bem como uma campanha em que você e um robô que copia os movimentos de outros personagens, mas isso e só aperitivo que não explica a qualidade geral do jogo.

Pontos positivos:
ü Jogo de luta ágil
ü Muito bonito
ü Engraçado

Pontos Negativos:
Ø Não adiciona nada a serie
Ø Poucos modos de jogo



sábado, 11 de maio de 2013


Analise Games: F1 Race Stars



Se ao menos os pilotos de F1 fossem animados como só do jogo de kart, não haveria a frustação do segundo lugar, nem barreiras de pneus de contenção, contando com o elenco completo da temporada de 2012, todos os pilotos estão caricaturados com um realismo impressionantes, as sobrancelhas de Alonso parecem ter vida própria, e o olhar presunçoso de Schumacher e visível a quilômetros de distancia. OS karts em si são bem feitos, exibindo tudo o que faz as maquinas reais serem cofres sobre roda, os circuitos foram bem feitos com uma abordagem ligeiramente diferente, Monte-Carlo tem o famoso túnel, mas que leva a uma floresta, os circuitos de F1 são reconhecíveis, mas há criatividade suficiente para deixar a corrida insana. No modo carreira você disputa provas para conquistar prêmios e troféus, com somente onze pistas, o jogador passa por todas rapidamente, mas modos suficientes para manter as coisas sempre interessantes, as tradicionais corridas e eliminações tem modos bacanas para o Refuel, no qual se deve manter a liderança enquanto coleta combustível para manter o carro andando, e uma pena então que o jogo dispense as derrapagens, umas das coisas que torna os jogos de kart tão viciantes, sem elas o jogador fica limitado a manter a ação da corrida como faria em qualquer outo jogo de carro, e apesar de power-ups manterem as coisas divertidas, não há incentivo para você decorar os trajetos ou disputar os melhores tempos com amigos, e você e obrigado a usar os freios.

Pontos Positivos:
ü Visual bem legal
ü Detalhes da F1
ü Circuitos bem adaptados

Pontos Negativos:
Ø Somente 11 circuitos
Ø Sem derrapagem


sexta-feira, 10 de maio de 2013

Analise Games: WWE’ 13



A serie WWE não tem sido tão interessante quanto tão esperado nos últimos anos, faltavam personagens e o controverso final dos anos 1990, a atitude, época em que a pressão do rival da serie WCW elevava continuamente a qualidade, parece que alguém na THQ concorda, porque o modo Road to Wrestlemania foi descartado para dar lugar ao modo Attitude, que ignora os atuais astros e foca exclusivamente em reviver momentos da era Attitude. Este modo e um deleite para os fãs de longa data do wrestling, oferecendo uma seleção de 65 lutas clássicas reais com 35 estrelas do esporta da virada do milênio, das opções obvias, como The Rock e Stone ate os novatos New Age Outlaws, cada cenário vai abrir um sorriso no rosto dos nostálgicos. Para progredir você tem a opção de reproduzir cenas “históricas”, para recriar essas cenas que realmente aconteceu naquele dia e assim habilitar roupas extras, arenas e outros lutadores. Deixando o modo Attitude de lado, muito de WWE 13 e o que os fãs queriam que a THQ fizesse na 14* versão do jogo, as físicas da engine Havok foram aprimoradas, e os ataques dos lutadores parecem fluir melhor, a personalização também foi melhorada, o criador de arena agora permite customizar todo o ringue, incluindo o palco e o TitanTron, uma arena de tamanho fantástico.
WWE 13 não vai conquistar aqueles que não gostam de jogos wrestling, mas tampouco vai decepcionar os fãs.

Aspectos positivos:
ü Modo de historia de área Attitude
ü Fisicas melhoradas
ü Modo Universe mais personalizado
ü Os comentários da lenda Jim Ross
Aspectos negativos:
Ø Falta de historia para atuais astros 


quinta-feira, 9 de maio de 2013


Analise Games: Far Cry 3



FC3 conta a historia de um grupo de turistas que foi sequestrado por piratas em uma viagem, Jason Brody o personagem principal escapa por sorte e assume a responsabilidade de salvar seus amigos antes que sejam vendidos como escravos, mas, antes de regatar alguém Jason sobreviver os perigos da Ilha Rook. A Ubisoft caprichou no mundo de FC3 que se estende por centenas de quilômetros, a qualquer hora você pode topar com restos mortais de um explorador ou encontrar um templo perdido em meio à vegetação ou se assustar com um cardume de tubarões enquanto nada ou anda de jet-ski, essas são apenas algumas miseras surpresas, mas todas fazem o jogador sentir que esta desbravando uma terra desconhecida, onde algo pode acontecer a qualquer momento.
A selva tem seus próprios moradores e a fauna de FC3 esta sempre faminta, já foi dito que a vida animal e um elemento que sempre deve ser levado em conta, mas que não pode ser previsto (por exemplo: na missão “Pinte de Preto” fui atacado por uma onça do nada o que levou o meu plano a falência, sugiro que mate ela antes de começar a missão, ela sempre vai estar nessa missão), você também pode usar a natureza a seu favor. Muitos acampamentos piratas têm animais enjaulados, que quando soltos atacam seus captores (tome cuidado, pois o animal também pode te atacar), além de tigres, a fauna de FC3 conta com arraias gigantes, dragões-de-komodo, panteras, ursos e tantos outros animais que estão prontamente dispostos a matar, vamos deixa os animais de lado porque os piratas que raptam os amigos de Jason são os verdadeiros monstros das Ilhas Rook, e Vaas Montenegro, o líder psicótico deles, e o pior de todos, ele sente um prazer doentio em torturar sua vitimas física e psicologicamente, mas, ao contrario do que pode parecer isso e bom, e raro que um vilão seja tão realista (embora eu simplesmente quis que ele morresse), há mais malucos na ilha, como Buck, o maníaco sexual que compra um dos amigos de Jason como seu “brinquedinho”, mas Vaas e o melhor (ou pior) de todos.
Far Cry 3 e um dos poucos jogos de tiro em primeira pessoa com mundo aberto que sabe encadear missões sem forcar o jogador a nada, escolher o que fazer em seguida pode ser um problemas para quem gosta de metas bem definidas, mas a ideia e que o jogador decida o que e importante, a forma de abordar as missões também e uma decisão sua, e possível eliminar inimigos a centenas de metros ou em combate corpo a corpo, e, mesmo dentro dessas opções há inúmeras possibilidades, como substituir o rifle por um lança-foguetes ou usar um lança-chamas para incendiar a vegetação próxima a seus inimigos, dizer que FC3 e o FPS dos sonhos não e exagero, os poucos problemas do jogo, como algumas missões que travam e precisam ser reiniciadas, não são o bastante para estragar a experiência, ter liberdade total para explorar as ilhas e sobreviver aos perigos as selva e mais do que motivo para jogar Far Cry 3.

Pontos Positivos:
ü O cenário parece vivo
ü O jogador decide o que fazer
ü Muita variedade de missões
ü O modo Coop e genial

Pontos Negativos:
Ø Há pouquíssimos problemas


terça-feira, 7 de maio de 2013


Analise Games: Dragon Ball Z: Kinect


O Kinect da muito certo com alguns jogos e muito errado com a maioria, e, Dragon Ball Z: Kinect se encaixa neste ultimo grupo. O primeiro problema e que DBZ, jogo de luta em primeira pessoa que usa movimentos corporais como comando de golpes, não consegue acompanhar o jogador, por mais que os comandos sejam simples e possam ser executados com poucos movimentos, lava alguns segundos para o sistema processar tudo. A situação fica pior na hora de usar ataques mais elaborados, vários comandos surgem na tela e o jogador precisa imitar um deles no tempo determinado, em caso de fracasso, será preciso recomeçar tudo de novo! O que leva aos ataques básicos ate que a barra de especiais seja preenchida de novamente, como tudo e feita com movimentos corporais, o jogo fica cansativo muito em breve e deixa de ser divertido em poucos minutos, também incomoda bastante que o jogo seja apenas para um jogador, não há modo multiplayer local ou online.
Com tão poucas inovações e tantos problemas na parte técnica, DBZ parece um jogo que deveria ter sido publicado na Live Arcade, que tem títulos mais simples e baratos, pouco conteúdo e muitas possíveis câimbras, o jogo não deve chamar a atenção nem mesmo dos colecionadores.
Pontos Positivos
ü Há diversão, mesmo que pouca.

Pontos Negativos
Ø Não reconhece bem os movimentos
Ø Uma copia de outros jogos da serie
Ø Cansa demais
Ø Cara de jogo para Xbox Live Arcade



segunda-feira, 6 de maio de 2013


Lego: O Senhor dos Anéis



Não se deixe enganar pelas pecinhas de plástico. Lego: O Senhor dos Anéis e um jogo que tem um certo charme e o bom humor que são as marcas registradas da serie. A TellTale Games soube misturar todas as mecânicas dos jogos anteriores com elementos inéditos, como construção de armas, armaduras e melhorias de habilidades, mais comuns em jogos de RPG. São 30 projetos espalhados pelo jogo que permitem a criação de itens. O inventario dos personagens não e tão grande o bastante para carregar tudo isso, mas e possível compartilhar a carga com outro jogador no modo cooperativo para que ninguém carregue peso demais. E e melhor sair em busca de todos esses itens antes de tentar a sorte nas missões, alguns deles são apenas ferramentas para o humor de LEGO- como por exemplo um item as falas de Gandalf com uma musica de discoteca no fundo- mas todos tem alguma utilidade. Este faz os personagens dançarem, e pode paralisar os inimigos.

Cenário


A “terra de plástico” do jogo foi feita muito rica de detalhes, as localizações criadas com pecas são idênticas as da trilogia, ate mesmo as animações foram inspiradas nos filmes e e possível rever a cena em que Gandalf enfrenta Balrog durante a fuga das Minas de Moria exatamente como aconteceu em A Sociedade do Anel. Apesar de fieis a material base, alguns cenários não empolgam, os hobbits Frodo e Sam ficam boa parte do tempo em mapas onde há apenas rochas, por exemplo. Áreas desse tipo aparecem com frequência, mas os mapas maiores compensam pela falta de criatividade em algumas partes.